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Superquarta: Juros sob pressão e o risco de greve dos caminhoneiros
A quarta-feira (18/03) marca o ápice da tensão para investidores e consumidores.
Por Rafael Camargo
18 de Março de 2026 às 09:08
Ontem, o Ibovespa fechou com alta discreta de 0,30% (180.410 pts) e o dólar recuou para R$ 5,19, mas o clima é de "calmaria antes da tempestade".
O Nó dos Juros e do Petróleo Hoje os Bancos Centrais do Brasil e dos EUA definem as taxas de juros. Com o petróleo Brent de volta aos US$ 103, a inflação global virou uma sombra perigosa. Se o nosso Banco Central decidir pela cautela (manter os juros em 15% ou cortar apenas 0,25%), o custo do crédito para o consumidor do Sul Fluminense continuará elevado, dificultando financiamentos.
Alerta Logístico: Rumores de Paralisação O mercado reagiu mal ontem aos rumores de uma articulação para uma greve nacional de caminhoneiros. A categoria reclama das altas sucessivas no diesel. Para cidades como Resende e Porto Real, que dependem diretamente do fluxo da Via Dutra, uma paralisação seria um golpe duro na logística do Polo Automotivo e no abastecimento local.
Imposto de Renda e as "Bets" A Receita Federal confirmou que ganhos com plataformas de apostas online deverão ser declarados no IR 2026. Trata-se de um rendimento tributável e deve ser registrado com rigor. Isso reforça a necessidade de organização financeira e o entendimento de que ganhos eventuais não substituem uma estratégia sólida de investimentos.
Dica do Mentor: Em dias de Superquarta, a volatilidade é rainha. Não tente "adivinhar" o mercado. Foque em manter sua reserva de emergência em ativos de liquidez imediata e acompanhe as decisões com cautela.
Rafael Camargo Educador Financeiro e Mentor de Investimentos Apresentador do Radar Econômico na Real FM
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